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CNseg projeta crescimento de 9%

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06/01/2017

O ano mal começou e as expectativas em torno dele só aumentam. Projeções realizadas pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) apontam que em 2017, a estimativa de crescimento consolidado é de 9% e 11%.

Entre janeiro a novembro de 2016, o setor de seguros registrou um crescimento nominal de 8,2% se for comparado com o mesmo período de 2015. Em 2016, o volume de arrecadação foi de R$ 210,6 bilhões e diz respeito ao desempenho das carteiras de seguros gerais, vida, previdência complementar aberta e capitalização – mercados supervisionados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Marcio Serôa de Araujo Coriolano, presidente da CNseg, afirma que isso só será possível se houver avanços no Brasil. “Mas esse desempenho dependerá dos avanços no país em termos de fundamentos, reformas básicas e recuperação econômica”, ressalta.

Em setembro de 2016 a arrecadação foi de R$ 120,7 bilhões, permanecendo estável os dados do segmento de saúde privada, a cargo da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), ou seja, um crescimento de 12,2% contra igual período de 2015, mantendo o mesmo patamar de crescimento observado no primeiro semestre.

A saúde suplementar representou 41% do total arrecado da receita dos seguros, ou seja, R$ 291,5 bilhões. Ou seja, a saúde suplementar representou 41% do total da receita dos seguros em termos amplos. Marcio Coriolano destacou os crescimentos que aconteceram no setor supervisionado pela Susep com trajetória consistentemente ascendente: 5,7% até maio; 6,5% até julho; 7,2% até setembro; 8,2% até novembro. O executivo observa ainda que as principais contribuições para o incremento da arrecadação do setor no período de janeiro a novembro vieram dos seguintes ramos de seguros:

– Seguro de vida individual: crescimento de 28,4% (receita de R$ 6 bi até o mês, correspondendo a 2,8% do total do setor de seguros). – Plano de previdência VGBL: expansão de 20,8% (receita de R$ 90,4 bi, representando 42,9% do total do mercado). – Seguro Rural: aumento de 10,1% (receita de R$ 3,3 bi, equivalendo a 1,6% do total da arrecadação do setor). – Seguro Habitacional: incremento de 10,1% (receita de R$ 3,1 bi = 1,5% do total). – Seguros de Crédito e Garantias: aumentou 8,9% (receita de R$ 2,7 bi = 1,3% do total). O ramo de Seguro de Automóveis manteve o mesmo patamar de queda, fechando os 11 meses do ano com decréscimo de 2,7% (receita de R$ 28,6 bi, representando 13,6% do total arrecadado). Outros ramos também apresentaram desempenho negativos, como: de Riscos de Engenharia (- 25,2%); Seguro de Garantia Estendida (-9,7%); Capitalização (-3,5%); Planos Tradicionais de Risco (- 6,4%); Seguros de Vida Coletivos (- 0,5%).

Fonte: cnseg




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