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Mercado mantém crescimento acelerado, com salto de 20,6% até julho

desempenho

05/10/2011

O mercado de seguros manteve, em julho, a tendência de ritmo forte de crescimento apurada no primeiro semestre. Segundo dados da Susep, as seguradoras faturaram pouco mais de R$ 58,1 bilhões nos sete primeiros meses do ano, com incremento de 20,6% em relação ao mesmo período de 2010.

Esses valores incluem o VGBL, mas não foram computados o seguro saúde, que está sob a alçada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos de previdência privada complementar aberta e a capitalização.

O bom desempenho do setor voltou ser favorecido pela queda da taxa média de sinistralidade, de 51% para 47%, entre julho de 2010 e o mesmo mês no atual exercício. Mesmo assim, entre os dois períodos comparados, houve um crescimento de 18,5% dos sinistros, para R$ 15,3 bilhões.
Isso significa que, nos sete primeiros meses do ano, o mercado devolveu para a sociedade, na forma de indenizações, benefícios e resgates, algo em torno de R$ 73,06 milhões por dia, incluindo finais de semana e feriados, ou ainda R$ 3,04 milhões a cada hora.

O ramo de automóveis voltou a ter um resultado bem inferior ao da média do mercado. A receita apurada nessa carteira (excluindo o seguro obrigatório, Dpvat) somou R$ 11,9 bilhões no acumulado de janeiro a julho deste ano, apenas 6,5% a mais que no mesmo período em 2010.

Entre as carteiras de porte médio, o seguro prestamista voltou a registrar um desempenho bastante positivo, empurrado pelo aquecimento do consumo. O volume de prêmios apurado nessa carteira – que cobre o pagamento de dívidas em caso de morte ou perda de emprego pelo segurado – ficou pouco acima de R$ 2,5 bilhões no acumulado até julho, 38,6% a mais do que nos sete primeiros meses de 2010.

Nos casos dos ramos de menor porte, mas que vêm experimentando forte incremento, a surpresa ficou por conta do seguro turístico ou de viagem. Neste caso, a receita apurada no acumulado de janeiro a junho ficou em R$ 22,6 milhões, com crescimento de apenas 10,2%. No primeiro semestre, essa carteira havia crescido 35,6%.




Fonte: cqcs




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