Mercado

Congresso Panamericano teve saldo positivo

evento - 25/04/2016

Realizado entre os dias 20 e 22 de abril no Rio de Janeiro, o XXVI Congresso Panamericano de Produtores de Seguros reuniu grandes personalidades do mercado segurador. Promovido pela Copaprose e pela Fenacor, o evento contou com a participação de corretores de 20 países da América Latina, Canadá, Portugal e Espanha e teve apoio institucional da CNseg, da Escola Nacional de Seguros e da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP).

O Congresso teve como tema central “Para onde caminha o seguro na América Latina?” e promoveu debates importantes, com a presença de importantes líderes do setor, como: Pilar González de Frutos, presidente da Fides; Marcio Coriolano, presidente da CNseg; e Roberto Westenberger, superintendente da Susep.

Anfitrião do evento, o presidente da Copaprose e da Fenacor, Armando Vergílio comemorou o “saldo positivo” do evento. “Foi extremamente positivo. Nós realizamos um evento internacional, aqui no nosso país, discutindo temas tão importantes, que podem criar valores e principalmente adicionar conhecimentos e estabelecer uma relação sobre o que acontece no nosso continente. É muito bom ver que o Brasil tem uma liderança consolidada na América Latina”, destacou Vergílio, que ainda avaliou sua gestão à frente da Copaprose: “Fiquei dois anos à frente da Copaprose e acho que houve muitas evoluções principalmente no que concerne as análises dos princípios básicos de seguros, estabelecidos pela IAIS (International Association of Insurance Supervisors). Nós pudemos nos debruçar sobre isso e fazer críticas e sugestões para que isso pudesse ser melhorado. Os bons princípios sempre são aceitos por nós, corretores de seguros”.

Durante o evento, o o presidente da Fenacor e da Copaprose lembrou que é grande o potencial do crescimento do mercado de seguros da América Latina, apesar do cenário de instabilidade na economia de muitos países da região, incluindo o Brasil. “Entre 2009 e 2014, o PIB da região cresceu 45%, enquanto o setor de seguros deu um salto de 71%, bem acima também da média mundial do mercado, que ficou em 18%. Com vontade, determinação e competência podemos continuar crescendo”, salientou.

Para Vergílio, é fundamental para o corretor de seguros diversificar a sua carteira de negócios, fazendo prospecção inclusive entre os seus clientes, o que, segundo o dirigente, boa parte dos profissionais não costuma fazer.

Ele citou ainda pesquisas segundo as quais quando o corretor oferece um produto ao cliente, especialmente seguros pessoais, em 70% dos casos o segurado aceita a indicação.

Fonte: CQCS