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Relatório de Ameaças 2013 da Websense
estudo - 27/03/2013
Websense Security Labs divulga as maiores ameaças
O Websense® Security Labs™, a equipe global de pesquisa da Websense, Inc. (NASDAQ: WBSN), revela as descobertas de pesquisa que apontam para um crescimento exponencial em tendências mundiais de ataques virtuais no último ano.
"Em um ano, o número de ataques maliciosos virtuais aumentou quase 600%", disse Charles Renert, vice-presidente do Websense Security Labs. "Esses ataques foram principalmente realizados em sites legítimos, e desafiam as abordagens tradicionais à segurança e confiabilidade. A natureza temporal e direcionada dessas ameaças avançadas revela uma nova classe de hackers sofisticados trabalhando para comprometer alvos cada vez mais valiosos. Técnicas de segurança pró-ativas e em tempo real, que inspecionam o ciclo completo de uma ameaça, são as únicas que podem suportar esses ataques e evitar o roubo de dados”.
Abaixo estão os destaques do Relatório de Ameaças 2013 da Websense, baseado em uma comparação anual das ameaças via web, e-mail, dados, redes móveis e sociais:
· Toda semana, as empresas enfrentaram uma média de 1,719 ataques para cada 1.000 usuários.
· O número de websites maliciosos aumentou quase 600% no mundo todo.
· O número de sites maliciosos na América do Norte aumentou 720%, e a região EMEA registrou um aumento de 531%.
· 85% dos sites maliciosos estavam hospedados em empresas de hospedagem legítimas.
· Metade dos malwares que abrem uma conexão com a Internet baixou arquivos executáveis adicionais durante os primeiros 60 segundos.
· Apenas 7,7% dos malwares interagiram com o registro do sistema - contornando muitos sistemas de detecção comportamental e soluções antivírus.
· 32% dos links maliciosos em redes sociais usaram URLs abreviadas. Depois de acessar o host, os hackers normalmente ocultam suas páginas maliciosas dentro da árvore de diretório. Esse processo gera endereços longos e complexos que podem indicar que algo está errado. A abreviação dos links resolve esse problema.
· Os Estados Unidos, Rússia e Alemanha foram os três principais países hospedando malwares. As Bahamas estrearam na lista dos cinco principais países com sites de phishing, em segundo lugar.
· A China, Estados Unidos e Rússia foram os três principais países hospedando servidores de comando e controle.
· Apenas um em cada cinco e-mails era legítimo, e o spam enviado por e-mail aumentou para 76% esse tráfego. Mais de 250.000 emails de spam foram enviados por hora.
· Um em cada dez aplicativos maliciosos móveis pediam permissão para instalar outros aplicativos, algo raro entre aplicativos legítimos.
Relatório de Ameaças 2013 da Websense: Principais Resultados da América Latina
· Um indicador primário da atividade global das ameaças cibernéticas é o número de links maliciosos que surgiram. No ano passado, enquanto a quantidade de links desse tipo cresceu quase 600% em todo o mundo, o crescimento na região latino-americana foi de 491%, superando amplamente muitas defesas tradicionais
· A América Latina não se encontra representada entre os dez principais países que mais hospedaram malwares em 2012, sendo a maioria de países europeus.
· No ranking regional, os dez principais países "vítimas" de crimes cibernéticos foram:
1) México
2) Brasil
3) Argentina
4) Chile
5) Colombia
6) Perú
7) Costa Rica
8) Ecuador
9) Guatemala
10) Panamá
· Brasil e México estão na lista dos dez países que mais utilizam o Twitter (nas posições 2 e 7, respectivamente), sendo esta a rede social que apresentou em 2012 maior aumento do uso de links da Web reduzidos para difundir ameaças maliciosas.
· Facebook continua dominando o mercado global das redes sociais, o que também lhe confere ser um dos principais vetores de ataques virtuais. Brasil e México estão entre os dez países do mundo que apontam maior uso de Facebook, ocupando as posições 2 e 5, respectivamente.
· Em 2012, as Bahamas foi o segundo país do mundo com maior hospedagem de phishing, o que lhe comprometeu a segurança de emails. Brasil figurou entre os Top 5 em várias ocasiões no ano.
· Nenhum país latino-americano esteve entre os dez principais que hospedaram servidores de comando e controle (CnC) para realizar ataques de malwares no ano passado.
Fonte: seguros.inf

