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Corretor usa site de campanha virtual para aderir ao Simples

internet - 14/08/2013

Visando a ganhar o apoio do poder público na conquista pela inclusão dos corretores de seguros no Simples, foi criada, em junho de 2013, uma petição online para que os profissionais possam mostrar a força da categoria (veja como aderir no link: acesse: http://www.avaaz.org/po/petition/Corretores_de_Seguros_opcao_pelo_Simples_Nacional_no_anexo_III_art_18_SS5oB_da_LC_1232006/?pv=3)

Conforme divulgado no site da petição, essa iniciativa é extremamente importante, pois traz benefícios para a sociedade como um todo com o aumento da formalização de novas empresas, além da contratação de funcionários, gerando melhor arrecadação de impostos e justiça fiscal, “pois, hoje outras categorias semelhantes a atividade de corretagem de seguros já estão no anexo III do Simples Nacional, como ex. Agencias de Turismo e Casas Lotéricas”.

Segundo o consultor de seguros, André Duarte Macéa, o link estava abandonado, por conta disso, ele tomou a frente e resolveu divulgar no em todas as redes sociais. “Acredito que isso seja uma evolução para o modo de trabalhar do corretor”, frisa.

Ele conta que, com custos menores de impostos, este profissional pode dedicar mais tempo para treinamento, investimento na própria corretora, aumentar a lucratividade de maneira que venha atender melhor o cliente.

“O corretor não fica naquele automático de sair cotando para vender de qualquer jeito apenas para compensar os gastos que tem. Acaba tendo um custo menor então coloca melhor qualidade no serviço. Deixa o mercado menos predatório. As vezes eu vejo colegas cotando o seguro de cinco automóveis para receber R$ 50,00”, acrescenta.

A corretora não é uma instituição financeira, e sim uma prestadora de serviços, que intermédia a negociação de seguros entre cliente x seguradora. “A consequente redução dos custos com impostos, vai otimizar o trabalho do corretor de seguros”.

E completa dizendo que hoje em dia, poucos se unem, e quando acontece, solicitam parcerias com seguradoras, sindicatos e acabam perdendo toda a independência necessária para ter a união do setor. “Vamos tomar as rédeas da nossa categoria. Ainda faltam muitas assinaturas”, conclui Macéa.

Fonte: cqcs